Escuta sem julgamento
Temas íntimos, dependências e conflitos relacionais podem ser falados com segurança e respeito.

Psicóloga clínica e sexóloga com uma atuação voltada a temas sensíveis, sem julgamentos e sem respostas prontas.

Ane atua há mais de cinco anos na psicologia clínica e na sexologia. Sua experiência inclui o acompanhamento de pessoas com questões de sexualidade, relacionamentos, dependência química e emocional, além do acolhimento de familiares e codependentes.
A combinação entre clínica, sexologia e trabalho com grupos amplia o cuidado: não olha apenas para o sintoma, mas para os vínculos, os hábitos, os limites e os impactos sociais que atravessam cada história.
Um trabalho sério não precisa ser distante. A proposta é unir clareza técnica, escuta humana e uma comunicação pé no chão.
Temas íntimos, dependências e conflitos relacionais podem ser falados com segurança e respeito.
O acompanhamento é clínico, estruturado e comprometido com compreensão, constância e autonomia.
A pessoa é compreendida em sua história, seus vínculos e o contexto social que atravessa suas dores.
Acolher também significa falar com clareza, organizar caminhos possíveis e respeitar limites reais.
O objetivo não é oferecer respostas prontas, mas ampliar recursos para escolhas mais conscientes.
Atendimento a adultos cis e trans, casais e diferentes configurações afetivas, com ética e respeito.
A mesma base técnica se adapta a contextos diferentes: consultório, casais, famílias, grupos, empresas, escolas e instituições de saúde.
Acompanhamento individual para compreender padrões, sofrimento emocional, hábitos e relações.
Cuidado para desejo, prazer, autoestima, saúde sexual, vínculos e sexualidade oncológica.
Tratamento para dependência química e emocional e acolhimento de familiares codependentes.
Experiências coletivas personalizadas para saúde mental, relações, sexualidade e prevenção.
Cada história tem seu ritmo. O percurso ganha direção à medida que você compreende padrões, experimenta novos recursos e sustenta mudanças possíveis.
O primeiro contato alinha demanda, modalidade e disponibilidade sem exigir que você conte tudo.
História, vínculos e hábitos são observados com técnica e sem julgamento.
O acompanhamento transforma compreensão em limites, conversas e escolhas possíveis.
Os avanços são revistos para que a mudança não dependa apenas do momento da sessão.